Combate ao câncer de mama deve ser contínuo

28 de outubro de 2015 as 12:48

Combate ao câncer de mama O mês de outubro já está confirmado como o período máximo da conscientização contra o câncer de mama. A campanha do Outubro Rosa mobilizou não só mulheres, mas toda a sociedade acerca dos riscos que a doença pode causar. Prédios públicos, personalidades masculinas, empresas privadas e publicações jornalísticas também entraram no rol.

O detalhe é que esse ato de conscientização, muito admirável e bonito, é apenas a ponta do iceberg de um grande problema, que afeta mulheres em todo o mundo. Para se ter uma noção, o câncer de mama acometerá 57 mil pacientes em 2015, segundo o Instituto Nacional do Câncer. Essa neoplasia é a mais diagnosticada em pessoas do sexo feminino.

Embora o câncer de mama seja mais comum em mulheres com mais de 50 anos, é importante que a mulher fique atenta a alguns sinais como os casos anteriores em outras pessoas da família. A doença não é muito recorrente em pacientes com menos de 35 anos, mas muitos médicos recomendam o autoexame e até mesmo a mamografia para aquelas que têm histórias desse mal em pessoas próximas como mãe, irmãs e tias. Se o seu caso não se aplica a esse, então o passo mais importante é começar com esses exames (além do ultrassom, ressonância magnética e biópsia) que podem detectar o câncer de mama o mais rápido possível. O segredo para um tratamento eficaz é o diagnóstico precoce e garante que 95% dos casos apresentem grandes chances de cura. A partir dos 40 anos, a mulher deve procurar fazer os exames anualmente.

A conscientização deve ir além de campanhas, já que a doença é silenciosa e ainda carrega estatísticas bem tristes, como altos índices de morte (aumento de 16% nos óbitos entre 1990 e 2010 – e com previsão de 14 mil óbitos em decorrência de complicações nas mamas). Sendo assim, vale ressaltar que o combate ao câncer de mama deve ser contínuo e sempre levado para a vida como a única forma de cura.

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